Apesar do tanto que o TRABALHO representa em nossas vidas e seu importante papel dentro do processo evolutivo da civilização, existe em cada um de nós um desconfortável sentimento em relação a ele. Algo que, no geral, não se enquadra perfeitamente naquilo que desejamos. Algo que não nos deixa completamente realizados e felizes mesmo que, o que tenhamos em mãos, nos pareça um bom trabalho.
Como seres intuitivos que somos, VIVER transcende o “apenas obter recursos para a subsistência”. Mesmo que, na escala de Maslow, o trabalho possa ser o caminho mais seguro para trazer ascensão, título e realizações para chegarmos ao topo da ptrâmide. É que ele, por si só, não corresponde totalmente aos nossos mais profundos desejos, anseios, que é ter uma relação genuinamente natural entre o que tenho a oferecer do meu mundo interno e o que o mundo externo pode me dar em troca.
Trabalho, hoje e sempre, representa um ato de dever na sociedade que não, necessariamente, diz respeito à produtividade que só se conquista quando temos a imensa sorte de descobrirmos nossa verdadeira vocação, mas que, mesmo assim, quase sempre é apenas uma obrigação que o sistema nos impõe como meio de sobrevivência cujo benefício é acima de tudo ganhar dinheiro.
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