Decidi passar algumas horas, jogada no sofá, improdutiva, com um controle remoto em mãos e nada para pensar. Escolhi um filme, sem que precisasse fazer nenhum esforço intelectual, mas que tivesse um tema minimamente suportável e eis que, de um ato relapso, me vi, em seguida, à frente do computador com algumas linhas para escrever sobre a película. E assim fiz…de graça e feliz.
O título do filme é o mesmo que deste post, Waffle Street, fazendo uma analogia à famosa rua do mercado financeiro (Wall Street). Escolha supostamente fácil de se fazer, mas que desemboca numa metáfora simples e inteligente. E, por isso, me despertou de imediato, pondo por terra a intenção de ‘dormir’ de olhos abertos, pois considero essas reflexões ‘simplórias’ as mais sagazes.
A trama relata a carreira de um especialista em finanças, pós graduado e aficionado desde criança pela matemática (o que não poderia deixar de ser) que o fez chegar à trabalhar em uma “big and hot and famous” empresa do setor financeiro na avenida do poder.
As cenas iniciais do filme são apresentadas com um significativo mantra corporativo ao fundo:
” Se não é ilegal, não é antiético!”
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