Pandemia ou Pandemônio: Saio ou Fico em Casa?

Saio, enfrento, me arrisco e me salvo, ou morro? Ou fico, me preservo e me salvo, ou morro? Quem souber a melhor equação cujo objetivo é se manter vivo diante dessa asustadira pandemia, nessa altura, de imediato ou no futuro, que arrisque um palpite.

A vida por si só já é um jogo de apostas. Mas, nesse momento, o JOGO é específico, as peças não tem um lugar certo e à salvo se não tomarmos uma diretriz uniforme.

Temos as peças principais que, neste caso, são os profissionais de saúde que trabalham no olho do furacão e nos orientam com as regras na linha de frente, bem ou mal equipados, encapuzados, mascarados ou dormidos, com famílias ou solitários estão atuando como devem e podem. E temos os cientistas, pesquisadores competentes que estão em busca do antídoto, a vacina que evite a propagação da doença.

Enquanto isso, há alqueles que não sabem sequer onde se posicionar, são meros jogadores do jogo de azar e atrapalham o andamento com suposta autonomia para respeitar as regras ou não, dependendo do país onde vivem e de quem são, uma parcela da população que vai sempre na contramão, enquanto o restante, tenta se posicionar, nessa hora e fica dependente desses jogadores insensatos do jogo de azar. Nós, trabalhadores, empregados, autônomos, somos indivíduos que procuram saídas seguras, científicas e sempre acreditamos na eficácia da vacina.

Para esse impasse da população brasileira de SAIR ou FICAR EM CASA, com o atual desgoverno, resolvi criar aqui metafóricamente um jogo com esse nome PANDEMIA. É um jogo de tabuleiro com um desenho de círculos concêntricos formando uma espiral. Na caixa virão alguns acessórios: uma lente de aumento para cada jogador tentar enxergar melhor a situação, infinitas cartas (verdadeiras e falsas) com regras ou conselhos e um dado, para quem quiser lançar o destino à sorte. À maneira de Kepler, sobre esses círculos, haverá hastes poliédricas que unirão os pontos para que a esfera se auto sustente e se mantenha coesa, como o nosso planeta.

A largada é dada a partir do ponto central do tabuleiro de onde o jogador (cada pessoa) começa a jogar, um ponto que fatalmente estará conectado à diversos outros ao seu redor e para onde convergem as informações a depender de onde o jogador estiver localizado. Ali estarão regras/dicas consoantes as cartas locais para que o jogador dê os seus primeiros passos sempre evitando perder o jogo (morrer).

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