Pandemia ou Pandemônio: Saio ou Fico em Casa?

Saio, enfrento, me arrisco e me salvo, ou morro? Ou fico, me preservo e me salvo, ou morro? O objetivo de todos nós, acredito, é um só: nos MANTER VIVO mesmo que saibamos que o fim está em nosso destino, mas que seja então bem para lá, distante o máximo possível.

O problema é que, justo agora, é que entramos numa assustadora pandemia em um momento políticamente conturbado no Brasil e as ações de prevenção ditadas pela OMS contra o vírus maligno não condizem com aquelas ditadas pelo nosso atual governo que vai na contramão do resto do mundo e… nem vacinas ainda temos!!

A vida por si só já é um jogo, mas, nesse momento, o JOGO é específico, pois, sem estratégia não haverá peças no tabuleiro, elas vão sumindo aos poucos, nesse caso, aos montes. Já morreram centenas de milhares de pessoas e ninguém nos salva do risco. Isso porque daqui a pouco não haverá um lugar à salvo só porque não seguimos a p* da diretriz mundial! Viramos uma páís pária, na contramão de uma medida que deveria ser uniforme em todos os países, não tinha de ser contestada!

Nossos profissionais de saúde estão na linha de frente, no olho do furacão, quase sem proteção, mal equipados, sem sequer poderem voltar para casa. São heróis, mas são agredidos por aqueles que acobertam as decisões insanos deste governo. Acreditam, acho eu, que quanto mais expostos estivermos aos vírus mais fortes ficamos, basta tomar um remédinho, a cloroquina! Insanos!!!

Enquanto isso, há ainda aqueles que não sabem sequer onde se posicionar, são jogadores do jogo de azar, do ‘vai que dá?’ “a gente é forte, guenta!“e acabam atrapalhando os que tentam se posicionar com sensatez e procuram uma saída segura, baseada em estudos científicos, na medicina e, mais que tudo, na eficácia da vacina.

Para esse impasse da população brasileira de SAIR ou FICAR EM CASA, com o atual desgoverno, resolvi criar aqui metafóricamente um jogo com esse nome PANDEMIA. É um jogo de tabuleiro com um desenho de círculos concêntricos formando uma espiral. Na caixa virão alguns acessórios: uma lente de aumento para cada jogador tentar enxergar melhor a situação, infinitas cartas (verdadeiras e falsas) com regras ou conselhos e um dado, para quem quiser lançar o destino à sorte. À maneira de Kepler, sobre esses círculos, haverá hastes poliédricas que unirão os pontos para que a esfera se auto sustente e se mantenha coesa, como o nosso planeta.

A largada é dada a partir do ponto central do tabuleiro de onde o jogador (cada pessoa) começa a jogar, um ponto que fatalmente estará conectado à diversos outros ao seu redor e para onde convergem as informações a depender de onde o jogador estiver localizado. Ali estarão regras/dicas consoantes as cartas locais para que o jogador dê os seus primeiros passos sempre evitando perder o jogo (morrer).

🛑 Conteúdo exclusivo para assinantes
Este post está disponível na íntegra apenas para membros cadastrados.
🔗 Clique aqui para fazer login ou criar sua conta.

Deixe um comentário